A valorização dos imóveis em Santa Catarina vem chamando atenção porque o estado reúne fatores que costumam impulsionar o mercado no médio e no longo prazo. Segurança, qualidade de vida, turismo forte, expansão urbana e demanda consistente por moradia ajudam a explicar por que SC se consolidou como um dos principais polos imobiliários do país. Segundo a FIESC, Santa Catarina fechou 2025 com o maior VGV lançado e o maior VGV vendido de sua história, e já é o segundo maior mercado imobiliário do Brasil, atrás apenas de São Paulo.
Esse movimento não acontece por acaso. De acordo com a FIESC, os lançamentos residenciais cresceram 22% em 2024 no estado, as vendas de apartamentos subiram 24% e o VGV chegou a R$ 41,9 bilhões.
Para quem quer entender como esse cenário se traduz em oportunidade e o que observar para buscar mais retorno, vale seguir a leitura.
Valorização dos imóveis em Santa Catarina
A valorização imobiliária em Santa Catarina pode ser observada por diferentes indicadores. Um dos mais relevantes é o volume de mercado. Segundo a FIESC, o estado respondeu por um recorde histórico de lançamentos e vendas em 2025, reforçando a força da demanda e a atratividade do setor.
Outro dado importante vem do comportamento de preços no país. De acordo com o FipeZAP, os preços residenciais subiram cerca de 6,5% em 2025 no Brasil, acima da inflação oficial, e o CRECI-SC destacou que o desempenho catarinense acompanhou essa tendência de valorização. Além disso, o custo de construção também continuou em alta. Segundo o IBGE, o SINAPI fechou 2025 com alta de 5,63%, o que ajuda a sustentar os preços dos imóveis novos.
Quando olhamos para cidades e regiões específicas, o cenário fica ainda mais interessante. Em Penha, Santa Catarina, por exemplo, o CRECI-SC informou que o município alcançou R$ 466,1 milhões em VGV apenas no primeiro semestre de 2025, reforçando o boom imobiliário local. Já em Balneário Piçarras, reportagem recente apontou que, desde 2020, o preço do metro quadrado acumulou valorização em torno de 57%.
Esses dados ajudam a entender por que o debate sobre as cidades com maior potencial de crescimento ganhou força. O mercado não está aquecido apenas nas grandes referências do estado. O litoral norte também vem se destacando com municípios em amadurecimento, nos quais parte importante da valorização ainda pode estar por vir.
Como conseguir rentabilidade?
Buscar rentabilidade no mercado imobiliário não depende só de comprar “na cidade certa”. O retorno costuma ser resultado de uma combinação entre timing, produto, localização e leitura de mercado. Alguns critérios fazem diferença.
Aposte em cidades que estão em expansão
Uma das estratégias mais consistentes é observar cidades que ainda não atingiram o estágio máximo de maturidade imobiliária. Em mercados já totalmente consolidados, parte da valorização costuma ter ficado para trás. Já em localidades em expansão, com infraestrutura amadurecendo e demanda aumentando, ainda existe mais espaço para crescimento.
É nesse contexto que Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha ganham destaque.
Em Barra Velha, há estimativas de valorização acima de 25% ao ano para imóveis na planta, segundo reportagem publicada em 2025, em um movimento ligado à expansão urbana e ao aumento da demanda por moradia e lazer no litoral norte. A cidade também vem registrando crescimento populacional e avanço imobiliário, com verticalização e novas aprovações de empreendimentos.
Já em Penha, Santa Catarina, o CRECI-SC destacou o crescimento do VGV e o fortalecimento do município como novo polo de investimento no estado. Em paralelo, estimativas de mercado publicadas em 2025 apontam valorização em torno de 25% ao ano em lançamentos e imóveis na planta.
Em Balneário Piçarras, o mercado vem sendo impulsionado por valorização do metro quadrado, litoral premiado e fortalecimento da infraestrutura urbana. Segundo reportagem publicada em 2026, a cidade acumulou valorização aproximada de 57% no preço do m² desde 2020.
Entenda o que sustenta o valor do imóvel
Rentabilidade não depende só da cidade. Depende também do imóvel escolhido. Em geral, ativos com maior chance de preservar preço e atrair demanda reúnem alguns fatores:
- localização com procura consistente;
- projeto funcional e bem resolvido;
- padrão construtivo adequado ao público;
- lazer e áreas comuns que ampliam uso e atratividade;
- boa leitura de entorno e potencial de crescimento regional.
Em cidades turísticas e litorâneas, isso é ainda mais importante. Quanto mais o imóvel conseguir conversar com moradia, segunda residência e locação, maior tende a ser sua resiliência.
Observe a força do mercado regional
Outro ponto importante é olhar o mercado de forma regional, e não apenas municipal. Segundo levantamento divulgado em 2025, Balneário Piçarras, Barra Velha e Penha movimentaram juntas R$ 1,96 bilhão em VGV no primeiro semestre daquele ano. Isso mostra que a força do litoral norte não depende de um único município, mas de um corredor de crescimento e valorização.
Pense em horizontes mais longos
Quem busca rentabilidade imobiliária costuma ter resultados mais consistentes quando enxerga o imóvel como uma forma de proteção patrimonial em horizontes mais longos. Isso vale especialmente em Santa Catarina, onde turismo, qualidade de vida e segurança ajudam a sustentar a atratividade de várias regiões do estado.
Onde a Santer entra nesse cenário
É justamente por essa leitura de mercado que a Santer concentra empreendimentos em cidades do litoral norte com espaço para valorização e amadurecimento urbano.
Em Barra Velha, a marca conta com o Orla da Barra, lançamento com vista mar, e com o Barra View Residences, empreendimento frente-mar entregue no início de abril de 2026. Em Penha, o destaque é o Vista Paradiso, pronto para morar. Já em Balneário Piçarras, o Viverde Eco Club aparece com as últimas unidades disponíveis. Esses projetos refletem uma escolha estratégica: atuar em cidades que já têm demanda e qualidade de vida, mas que ainda mantêm espaço para crescimento e valorização.
Como você pôde ver ao longo deste artigo, a valorização dos imóveis em Santa Catarina se explica por um conjunto de fatores, como mercado aquecido, turismo forte, qualidade de vida, segurança e cidades que ainda vivem um ciclo favorável de expansão. Segundo a FIESC, o estado bateu recordes de lançamentos e vendas e consolidou sua posição entre os maiores mercados imobiliários do país.
Para quem quer buscar rentabilidade, olhar para cidades em amadurecimento, como Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha, pode ser um caminho mais estratégico do que entrar apenas em mercados já totalmente consolidados. Nesse contexto, vale conhecer a Construtora em Santa Catarina Santer e seus empreendimentos no litoral norte, pensados para unir qualidade de vida, localização e leitura de futuro.